
O filme O Último Samurai, superpro-dução com o astro Tom Cruise que estreou no Brasil em janeiro, recria os derradeiros dias dos homens que comandaram os destinos do Japão durante mais de 700 anos. Da sua ascensão à elite do país até o ocaso, os samurais moldaram valores que ainda são caros aos japoneses de hoje. Prova disso é a popularidade daquele que é considerado o maior de todos os samurais, Miyamoto Musashi, morto há quase 350 anos. Durante todo o ano de 2003, a NHK, principal emissora de TV do Japão, exibiu um seriado sobre Musashi que cativou milhões de espectadores. O épico foi baseado no romance Musashi, do escritor Eiji Yoshikawa. Publicado originalmente como um folhetim no Asahi Shimbun, entre 1935 e 1939, tornou-se a obra literária de maior sucesso na história do Japão, com mais de 120 milhões de exemplares vendidos. Foi traduzido para 23 línguas, incluindo o português. Inspirou uma história em quadrinhos, a Vagabond, que já vendeu 28 milhões de cópias no Japão e foi lançado também no Brasil.






